Não me importa a duração da jornada.
O que me importa é que meu pés não parem de caminhar,
que minhas mãos ajudem a construir,
que a minha mente se enriqueça para compreender,
que o meu coração se encha de amor para dar.
O que me importa é que quando a caminhada chegar ao fim,
eu tenha deixado algo atrás de mim,
que as minhas mãos não estejam vazias.
Enfim, a minha jornada não terá sido em vão.
Brodowski, 05 de setembro de 2003
por Ir.'. Antonio Douglas Zapolla (27/11/2004)